Puerpério

Eu achei que teria um puerpério difícil, pandemia, irmão mais velho, recém nascido, marido fora o dia todo, nós sem poder sair e ver as pessoas queridas... parecia uma combinação desastrosa


Mas, na verdade, tudo está sendo muito mais leve que imaginei, acho que eu já tinha me acostumado a ficar em casa dessa vez e a rotina com dois tem tanta coisa pra fazer que nem dá tempo de pensar em mais nada.


No primeiro filho sentia uma solidão tão grande e tão intensa, que muitas vezes cheguei a falar que não tem nada mais solitário que a maternidade, você se doar o dia inteiro e madrugada a fora por uma mini pessoa que ainda não consegue falar ou se expressar, deixar de trabalhar e ver o mundo durante um tempo pode ser muito difícil e da primeira vez foi. Apesar do amor absurdo que nem sabia como lidar, veio também esse sentimento forte e triste, mas passou.


Dessa vez achei que teria esse mesmo sentimento novamente, ainda mais olhando a situação que estamos e pra minha surpresa ele não apareceu, não sei se foi o fato de já estar acostumada com a rotina sem sair ou se os hormônios foram mais tranquilinhos dessa vez, ou então se foi o Nico que ajudou, porque as vezes até de madrugada ele quer fazer companhia.


A verdade é que cada parto é um parto, cada puerpério é um e cada filho é único.





E por ai, como foi seu puerpério?


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mamâe e bebê

Sou a mãe do Nicolas, não tem nada que me descreva melhor do que isso. Sou também fisioterapeuta, especialista em neurologia e instrutora de pilates.

Hoje em dia sou mãe em período integral, tenho ele comigo 24 horas por dia, ele me acompanha em todas as minhas outras funções, que são administrar um estúdio de pilates, o Studio KaPri e ser fisioterapeuta, minha outra grande paixão. 

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